Arquitetos-DF — Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Distrito Federal

Diretoria 2020–2023

Chapa 1, Ocupa Chapa, eleita em 31 de agosto de 2020 para o triênio 2020–2023 (documentos da eleição). Ver também as demais gestões.

Composição

CargoNome
Diretores
Coordenadora / Diretora de Assuntos ProfissionaisLuciana Jobim Navarro
Diretor Administrativo e FinanceiroGustavo Franco Garcia Guedes
Diretor de Assuntos SindicaisAbel Teixeira Escovedo
Diretora de Políticas PúblicasMariana Roberti Bomtempo
Diretora de Assuntos TrabalhistasAnie Caroline Afonso Figueira
Diretora SindicalDiana Bogado Corrêa da Silva
Diretora SindicalMarilia Tuler Veloso
Diretora SindicalJulia Lins Bittencourt
Titulares do conselho fiscal
Membro do Conselho FiscalCelso Nigro Engracia de Oliveira
Membro do Conselho FiscalNicole Carneiro Ferrer Santos
Membro do Conselho FiscalAngelina Nardelli Quaglia Berçott
Suplentes do conselho fiscal
Membro do Conselho FiscalMarina Amorim Cavalcanti de Oliveira
Membro do Conselho FiscalIlva José Alves
Membro do Conselho FiscalLeandro Pereira Fernandes

Programa

  1. Em defesa de trabalhadores de Arquitetura e Urbanismo no contexto de contínuos ataques aos direitos trabalhistas;
  2. Assistência à filiadas e filiados como parte de suas atividades primordiais;
  3. Valorizar a inserção de profissionais de arquitetura e urbanismo em seu lugar social próprio, estimulando a formação de escritórios populares e cooperativas;
  4. Ampliar os serviços de Comunicação;
  5. Reforçar a presença de profissionais de arquitetura e urbanismo nas instâncias públicas de planejamento urbano e territorial;
  6. Promover a equidade profissional diante das questões de gênero, raça e orientação sexual.

1. Em defesa de trabalhadores de Arquitetura e Urbanismo no contexto de contínuos ataques aos direitos trabalhistas

O principal papel de um sindicato deve ser o de defesa da classe trabalhadora por ele representada. O golpe de Estado de 2016 teve dentre seus objetivos principais o ataque aos direitos da classe trabalhadora, em que se inserem os profissionais de arquitetura e urbanismo. Quatro anos depois, esse contexto se intensifica frente à um Estado fascista que, em meio a uma conjuntura de pandemia global, segue retirando direitos da classe trabalhadora.

Esta conjuntura demanda a reorganização da categoria e o fortalecimento de seus instrumentos de luta.

Propõe-se um sindicato que trave seu combate na assistência aos filiados; na participação nos conselhos profissionais e demais instâncias deliberativas que lhe cumprem; na reivindicação de seu papel de promotor da cultura arquitetônica; na ampliação dos campos de atuação profissional da categoria; e na garantia de seus direitos em disputas específicas, como a ação junto a órgãos públicos, inclusive na cobrança pelas nomeações de aprovados em concursos e empresas com arquitetos e urbanistas em seus quadros – incluindo aqueles que trabalham como professores .

2. Assistência à filiadas e filiados como parte de suas atividades primordiais

Um sindicato deve também, primordialmente, prezar por suas filiadas e filiados. Nesse sentido temos como uma de nossas principais pautas a ampliação da assistência e apoio à estes. Como Sindicato buscaremos, em parceria com a Federação Nacional dos Arquitetos, prover, de modo franco e acessível:

3. Valorizar a inserção de profissionais de arquitetura e urbanismo em seu lugar social próprio, estimulando a formação de escritórios populares e cooperativas

A formação ampla garantida ao arquiteto e urbanista habilita-o à ação nas mais diversas frentes de trabalho, incluindo, por exemplo, a carreira docente ou o auxílio ao setor do Turismo. Em Brasília, especificamente, o grande número de trabalhadores do serviço público gera um campo profissional singular, em relação a outros centros urbanos do país.

Dentre os arquitetos-projetistas, porém, é comum a restrição do campo profissional a edifícios destinados a instituições e camadas sociais de elite – muitas vezes estranhas ao próprio profissional. Enquanto isso, três quartos de nossas cidades são constituídos de pequenas edificações, carentes de qualquer planejamento. Estas camadas sociais necessitam de profissionais capazes de projetar, orçar e construir seus bairros. É necessário criar instrumentos de formação técnica complementar, de circulação cultural e de inserção profissional para que este mercado floresça. Nesse sentido, são objetivos dessa gestão dar continuidade e ampliar o trabalho já iniciado com:

4. Ampliar os serviços de Comunicação

Um dos maiores desafios do sindicato é manter a comunicação contínua e eficiente com suas filiadas e filiados, bem como, com toda a classe profissional representada. Assim queremos ampliar os canais de comunicação, bem como as próprias campanhas como forma de dar suporte às demais pautas e visibilidade ao trabalho do sindicato e de seus filiados e filiadas.

A fim de ampliar a consciência do profissional de arquitetura e urbanismo como trabalhadores e informar seus direitos bem como o papel do sindicato na garantia desses direitos, se buscará nesta gestão:

5. Reforçar a presença de profissionais de arquitetura e urbanismo nas instâncias públicas de planejamento urbano e territorial

Arquitetos e urbanistas são profissionais integrantes das instâncias públicas de planejamento das cidades, seja como servidores técnicos que trabalham de acordo com a política vigente do momento, seja como classe trabalhadora que se contrapõe aos interesses das classes economicamente privilegiadas. É de interesse deste sindicato reforçar que arquitetos e urbanistas colaborem como categoria, servidores e ativistas, para que em instâncias decisórias das políticas urbanas de nossa cidade, sejam discutidos meios de reformular o território urbano de maneira mais inclusiva e justa com a diversidade que é inerente à cidade. A cidade é uma construção coletiva, tanto na sua materialidade, quanto no seu entendimento filosófico como espaço de diversidade, participação e democracia. Este sindicato visa trabalhar para que este entendimento prevaleça nos debates e assim contribuir para a superação da segregação socioespacial de Brasília.

6. Promover a equidade profissional diante das questões de gênero, raça e orientação sexual

Ainda que sob uma perspectiva tradicionalmente e prioritariamente classista cabe ao sindicato assumir o compromisso de priorizar políticas de redução da desigualdades trabalhistas em função de gênero, raça e orientação sexual e suas interseccionalidades. Coloca-se em especial a necessidade de um posicionamento afirmativo de inclusão equitária desses grupos identitários não apenas em ações com esse foco específico, mas na atuação no sindicato como um todo. Sob essa perspectiva, busca-se nesta gestão:

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